Henry Cartier-Bresson removido no Flickr
Encontrei em tempos um facto muito curioso que aconteceu no fickr.
Num determinado grupo, os seus membros votam cada foto com um “save” (para ela se manter na galeria) ou com um “delete” (para ela ser removida).
A ideia é obter uma galeria composta unicamente com as melhores fotos, isto em teoria.
Entretanto, um utilizador colocou uma foto chave do mestre Henry Cartier-Bresson, não mencionando no entanto o seu autor.
Podemos ainda ler os comentário que ocorreram durante a votação e posteriormente.
A foto, que podem ver no link seguinte, acabou por ser votada para remoção:
http://www.flickr.com/photos/andrerabelo/70458366
Este facto foi comentado e analisado em muitos locais pois é um excelente ponto de partida para questionar o que significam os meios de partilha de fotos.
Com a facilidade com que qualquer um de nós pode adquirir uma máquina digital, fotografar, editar imagens e colocá-las num site de partilha, permite posteriormente que, cada um de nós se converta também num crítico de arte.
Será que todos podemos ser críticos de arte? Será que ao menos a maioria de nós o pode ser? Esta “experiência” parece querer provar que não e tudo isto nos deve levar a reflectir sobre o que é afinal o photo sharing.
Num determinado grupo, os seus membros votam cada foto com um “save” (para ela se manter na galeria) ou com um “delete” (para ela ser removida).
A ideia é obter uma galeria composta unicamente com as melhores fotos, isto em teoria.
Entretanto, um utilizador colocou uma foto chave do mestre Henry Cartier-Bresson, não mencionando no entanto o seu autor.
Podemos ainda ler os comentário que ocorreram durante a votação e posteriormente.
A foto, que podem ver no link seguinte, acabou por ser votada para remoção:
http://www.flickr.com/photos/andrerabelo/70458366
Este facto foi comentado e analisado em muitos locais pois é um excelente ponto de partida para questionar o que significam os meios de partilha de fotos.
Com a facilidade com que qualquer um de nós pode adquirir uma máquina digital, fotografar, editar imagens e colocá-las num site de partilha, permite posteriormente que, cada um de nós se converta também num crítico de arte.
Será que todos podemos ser críticos de arte? Será que ao menos a maioria de nós o pode ser? Esta “experiência” parece querer provar que não e tudo isto nos deve levar a reflectir sobre o que é afinal o photo sharing.